CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL
TURMA BRASÍLIA
INTRODUÇÃO.
CONCEITOS BÁSICOS DE PLANEJAMENTO E GESTÃO APLICADOS ÀS QUESTÕES
AMBIENTAIS.
Carga Horária = 12 h
Prof.
Dr. Bernardo Arantes do Nascimento Teixeira
EMENTA:
-
Principais questões ambientais no Brasil e no mundo.
-
Conceitos relacionados com questões ambientais (poluição, contaminação,
degradação, conservação, preservação, impactos, biodiversidade etc.).
-
Relação entre planejamento e gestão e as questões ambientais.
-
Etapas e atividades de planejamento e gestão ambiental.
BIBLIOGRAFIA:
SOUZA,
M. P. Instrumentos de Gestão Ambiental:
Fundamentos e Práticas. São Carlos: Ed. Riani Costa, 2000.
MACEDO,
R. K. Gestão Ambiental: os instrumentos básicos
para a gestão ambiental de territórios e de unidades produtivas.
Rio de Janeiro: ABES/AIDIS, 1994.
MOTA, S. Introdução à Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro: ABES/AIDIS, 1997.
EMENTA:
- Histórico da Legislação Ambiental do Brasil.
- Lei n° 6938/81 – Política Nacional do Meio
Ambiente. Princípios, objetivos e instrumentos
- Sistema Nacional do Meio Ambiente.
- Meio Ambiente na Constituição de 1988.
- Lei n° 9605/98 – Lei de Crimes Ambientais
- As competências normativas e administrativas em
matéria ambiental. A hierarquia das normas.
- Licenciamento e Estudos de Impacto Ambiental.
- A responsabilidade civil, penal e administrativa.
- Poluição das águas. Padrões de qualidade das águas
- Classificação e enquadramento dos corpos d´água.
- A gestão da qualidade e o domínio das águas.
Interfaces com o Sistema Nacional de Gestão de Recursos Hídricos.
- Poluição do ar. Padrões de qualidade do ar
- Poluição do solo.
- Código Florestal. Lei de Proteção da Fauna.
Unidades de Conservação.
- Resolução 20/86 do CONAMA
- Decreto Estadual 8468/76 e Resolução CONAMA n°
20/86
BIBLIOGRAFIA:
CETESB.
Legislação estadual sobre meio ambiente. São Paulo, 2001.
CETESB. Legislação federal sobre meio ambiente. São Paulo, 2001.
EMENTA:
-
Introdução. Conceitos básicos sobre impactos ambientais, estudo e avaliação
de impactos ambientais
-
Legislação sobre estudo e avaliação de impactos ambientais
-
Métodos de avaliação de impactos ambientais
-
Identificação e valoração de impactos ambientais
-
Modelo de simulação de auto-depuração para avaliação de impactos de
esgotos sanitários em corpos d’água
-
Modelo de simulação de dispersão atmosférica para avaliação de impactos de
poluentes atmosféricos na qualidade do ar
-
Aplicação de um EIA
BIBLIOGRAFIA:
BOLEA, M.T. Evaluación
del impacto ambiental. Fundación MAPFRE, Madrid, Espanha, 1984.
CETESB. Legislação estadual e federal sobre meio ambiente. São Paulo, Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, 1998.
IBAMA.
Avaliação de impacto ambiental: agentes sociais, procedimentos e
ferramentas. Brasília, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Renováveis, 1995.
GLASSON,
J. et alii (1999). Introduction to
environmental impact assessment. 2nd ed. London, UCL Press, 1999.
IPT.
Alterações no meio físico decorrentes de obras de engenharia. SãoPaulo,
Instituto de Pesquisas Tecnológicas, 1992.
MOTA,
S. Introdução à engenharia ambiental. Rio de Janeiro, ABES, 1999.
SALVADOR,
N. N. B. Avaliação de impactos sobre a qualidade dos recursos hídricos. São
Carlos, EESC/USP, 1990 (Tese de Doutoramento).
SALVADOR, N. N. B.; MELLO, E. D.; CARUI, J. (1991). Modelo computacional de dispersão atmosférica. IN: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 16, GOIÂNIA, 1991. Rio de Janeiro, ABES, 1991.
SALVADOR,
N. N. B.; SOUZA FILHO, J.; KAMADA, M. F. Modelo computacional de autodepuração
de rios. IN:CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 15,
Belém, 1989. Rio de Janeiro,
ABES, 1989. Anais...p. 252-265.
TOMMASI,
L. R. Estudo de impacto ambiental. São Paulo, CETESB, 1999.
Carga
Horária = 36 h
· Importância
da Gestão Integrada de Resíduos
· Conceito de Resíduos Líquidos –
Esgotamento Sanitário/ e Pluvial
· Caracterização de Resíduos Líquidos
Urbanos
· Impactos Ambientais Provocados por Resíduos
Líquidos Urbanos
· Legislação – Lei 9.433 e Lei 9.605 e os
Resíduos Líquidos Urbanos
· Controle Gerencial dos Resíduos Líquidos
Urbanos
· Minimização dos Resíduos Líquidos Urbanos
· Mitigação dos Resíduos Líquidos Urbanos
– Principais Processos de Tratamento
VON SPERLING, M. Introdução
à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgoto, DESA/UFMG,
Belo Horizonte, 1996.
VON
SPERLING, M. Princípios Básicos do
Tratamento de Esgotos, DESA/UFMG, Belo Horizonte, 1996.
AISSE,
M. M. Tratamento de Esgotos Sanitários.
ABES, Rio de Janeiro, 2000.
KELLNER,
E., PIRES, E. C. Lagoas de Estabilização
– Projeto e Operação. ABES, Rio de Janeiro, 1998.
Profa. Dra. Viviana Baldochi
EMENTA:
-
Resíduos Sólidos. Conceitos.
-
Minimização de Resíduos Sólidos
-
Política Nacional de Resíduos Sólidos e Legislação Pertinente
-
Gestão de Resíduos Sólidos e seus Instrumentos
-
Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos
-
Tecnologias de tratamento e disposição final de Resíduos Sólidos
BIBLIOGRAFIA:
BIDONE,
F.R.A. e POVINELLI, J.Conceitos básicos
de Resíduos Sólidos. EESC USP , Projeto
REENGE, 1999.
IPT/CEMPRE
Lixo Municipal – Manual de Gerenciamento Integrado, 1996
TCHOBANOGLOUS, G. THEISEN, H. VIGIL , S.A Gestión
Integral de Resíduos Sólidos. (versão em espanhol ISBN- 84-481-18116-2)
ou Integrated Solid Waste
Mangement (versão em Inglês ISBN – 0-07-112865-4)
McGraw-Hill International
Edition Civil Engineering
Series.
NETO, J.T. P. Manual de Compostagem – processo de baixo custo.
São Paulo, ABES/CETESB, 1993.
ROCCA, A. C. C. et al. Resíduos Sólidos Industriais – 2 ed.
BENNET, J. S. Eco empreendedor – oportunidade de negócios decorrentes da revolução ambiental – MAKRONS BOOKS do Brasil, 1992.
CALDERONI,
S. Os Bilhões perdidos no Lixo. HUMANITÁS Publicações FFLCH/ USP, 1998
Carga
Horária = 24 h
Prof. Dr. Simar Vieira de Amorim
EMENTA:
- A importância dos sistemas de drenagem urbana e o
saneamento básico;
- Problemas urbanos decorrentes da deficiência do
sistema de drenagem;
- Hidráulica e hidrologia aplicadas aos sistemas de
drenagem;
- Sistemas de micro e macro drenagem;
- Cálculo de sarjetas;
- Cálculo de galerias;
- Projeto de sistemas de drenagem;
- Obras de macro-drenagem;
- Sistemas de dissipação de energia.
BIBLIOGRAFIA:
CETESB,
Drenagem, urbana - manual de projeto. São
Paulo, CETESB.
BOTELHO,
M.H.C. Águas de chuva. São Paulo,
Ed. Edgard Blucher.
BRAGA,
B., TUCCI, C. TOZZI, M. Drenagem Urbana
– Gerenciamento, simulação, Controle. Ed. Universidade – UFRGS, Porto
Alegre, ABRH, 1998.
WLIKEN,
P.S., Engenharia de drenagem superficial, CETESB.
FRENDICH
R. et alii Drenagem e controle de erosão
urbana Curitiba, Universidade Federal do Paraná, 1991.
Carga
Horária = 60 h
-
Abrangências dos conceitos de “Metodologia” e “Didática”.
-
Análise e discussão sobre a trajetória e história da Didática na
Educação.
-
Elaboração de um plano de uma situação de ensino e pesquisa, contendo
todos os elementos pertencentes ao planejamento.
-
Implementação de dinâmicas de grupo que propiciem a vivência, reflexão
e discussão de questões relativas ao ensino, à aprendizagem e a utilização
de metodologias em diferentes contextos.
-
A profissão docente perante as exigências de um novo tempo.
BIBLIOGRAFIA:
BIREAUD,
Annie. Os métodos pedagógicos no ensino
superior. Porto/Portugal: Porto Editora, 1995.
BRECHT,
Bertold. Kalendergeschichten. Boletim
Educação Matemática,
s/l, s/d.
MAZZEU,
Francisco José C. Reflexões sobre o planejamento pedagógico. Texto
produzido para os alunos do Curso de Pedagogia da UNESP/Araraquara –1996.
MELLO,
Roseli R. Pensando em ações educativas
na atividade do profissional da gestão agroindustrial. Texto produzido para
a disciplina: Metodologia do Ensino Superior/ Curso de Especialização em Gestão
Agroindustrial
OLIVEIRA,
Maria Rita e ANDRÉ, Marli E. A de A. A prática do ensino de didática no
Brasil: introduzindo a temática. In: _________(orgs). Alternativas do ensino de didática. Campinas: Papirus, 1997.
-
Histórico do movimento ambientalista e da educação ambiental no
contexto mundial.
-
Panorama de experiências
brasileiras. A Política Nacional de Educação Ambiental.
-
Princípios norteadores das ações de EA: interdisciplinaridade, visão
sistêmica, pensamento complexo, participação e autonomia, valores éticos.
-
Os diferentes contextos de incorporação da EA nos processos de gestão
ambiental.
BIBLIOGRAFIA:
BERNA,
Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo: Paulus, 2001.
BRÜGGER,
Paula. Educação ou adestramento ambiental?
Florianópolis: Letras Contemporâneas, 1999.
CARVALHO, I. A. M. As transformações na cultura e o debate ecológico: desafios políticos para a Educação Ambiental. In: Pádua, S. M. & Tabanez, M. F. Educação Ambiental. Caminhos trilhados no Brasil. Brasília: FNMA/MMA/IPE. 1997.
CRESPO,
S. Educar para a sustentabilidade: a Educação Ambiental no Programa da
Agenda 21. In: Noal, F.O.; Reigota, M.; Barcelos, V.H.L. (orgs.) Tendências
da educação ambiental brasileira. Santa Cruz do Sul, EDUNISC, p. 211-225,
1998.
DIAS,
G. F. Atividades interdisciplinares em EA. São Paulo: Ed. Global,
1994.
GRÜN,
Mauro. Ética
e Educação Ambiental: a conexão necessária. São Paulo: Papirus, 1996.
GUIMARÃES,
M. Educação Ambiental. Duque de Caxias: Editora
UNIGRANRIO, 2000. (Coleção
Temas em Meio Ambiente, n.1)
MEDINA,
N. M. Breve Histórico da Educação Ambiental. In Pádua, Suzana e
Tabanez, Marlene (org.) Educação Ambiental: caminhos
trilhados no BR. Brasília. IPE - Inst. Pesq. Ecológicas, p. 255-269,
1997.
PADUA,
S.; TABANEZ, M. (orgs.). Educação Ambiental: caminhos trilhados no Brasil.
Brasília: IPE/FMNA, 1997. 283 p.
PELIZZOLO,
M.L. A emergência do paradigma ecológico: reflexões ético-filosóficas
para o século XXI. Petrópolis:
Vozes, 1999. 160 p. (Coleção Educação Ambiental)
REIGOTA,
M. Educação ambiental: fragmentos de sua história no Brasil. In Noal,
F.; Reigota, M.; Barcelos, V.H.L. Tendências da educação ambiental
brasileira. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, p.11-25, 1998.
SORRENTINO,
M. Associação para Proteção Ambiental de São Carlos: subsídios para
compreensão das relações entre movimento ecológico e educação.
Dissertação de Mestrado. PPGE/UFSCar. 1988.
SORRENTINO,
M. De Tbilisi a Tessalonique, A educação ambiental no Brasil. In
Cascino, F.; Jacobi, P.; Oliveira, J.F. Educação, meio ambiente e cidadania.
Reflexões e experiências. São Paulo: SMA/CEAM, p. 27-32, 1998.
TRAJBER,
Rachel; MANZOCHI, Lucia Helena,. Avaliando
a educação ambiental no Brasil :
materiais impressos.
São Paulo: Gaia, 1996.
TRAJBER,
R. (Org.); COSTA, L.B. da (Org.) Avaliando a Educação Ambiental no Brasil:
materiais audiovisuais. São Paulo: Instituto Ecoar para Cidadania;
Peiropolis, 2001.
UNGER, N. M. (org.) Fundamentos filosóficos do pensamento ecológico. Ed. Loyola.1992.
Carga Horária = 24h
-
Introdução – Importância de Gestão Ambiental e a ISO 14.000
-
Histórico da ISO 14.000 / Comitê Técnico 207 – TC - 207
-
Viabilização ambiental de Projetos
-
ISO 14.001 – Visão Integrada
-
Gerenciamento Ambiental na Industria
-
Ferramentas de Gestão e a ISO 14.000
DRUCCHER, A nova era da administração.
São Paulo, Pioneira Editora, 1996.
GRIFO
Iniciando os conceitos de qualidade total, São Paulo, Ed. Pioneira,
1994.
MACEDO,
R. K. Gestão Ambiental, ABES, Rio de
Janeiro, 1994.
ALVES,
F. E. (coordenador) Gerenciamento
Ambiental na Indústria, Ed. Signus, São Paulo, 1993.
OLIVEIRA,
S. T. Ferramentas para aprimoramento da
Qualidade, Ed. Pioneira, São Paulo, 1995.
D’AVIGON
A. Normas Ambientais ISO 14.000. CNI,
Rio de Janeiro, 1995.
ABNT
NBR ISO 14.001 – Sistemas de Gestão
Ambiental – Especificações e Diretrizes para Uso, 1996.
ABNT
NBR ISO 10.004 – Sistemas de Gestão
Ambiental – Diretrizes sobre Princípios, Sistemas e Técnicas de Apoio.
CANÇADO,
C. J. Gerenciamento Ambiental pela ISO
14.000 DECiv/UFSCar – Seminário da Disciplina “Gerenciamento de Sistemas de
Saneamento” PPG – EC. 1997.
CAJAZEIRA,
J.E.R. ISO 14.001 – Manual de
Implantação, Ed. Qualtymark, Rio de Janeiro, 1997.
PHILLIPI,
A. J. Interdisciplinaridade em Ciências
Ambientais, Ed. Signus, São Paulo, 2000.
GESTÃO DO ESPAÇO URBANO, USO DO SOLO E ZONEAMENTO AMBIENTAL
Carga
Horária = 36 h
Profs. Drs. Luiz Antonio N. Falcoski e Nemésio
Neves Batista Salvador
EMENTA:
Componentes
e atributos do meio físico a serem considerados para o zoneamento ambiental
§
Solo
§
Recursos
Hídricos
§
Ar
§
Outros
Requalificação
da Gestão Urbanística e Ambiental: O processo social de Planejamento Urbano e
Cidades Sustentáveis como Política Pública
§
Cultura
Urbanística, Planejamento e Gestão Urbana: histórico e paradigmas
§
Projeto
Urbano como campo disciplinar do processo estratégico de Planejamento e Gestão:
tendências do Urbanismo contemporâneo
§
Relações
entre Planejamento Estratégico, Gestão Urbana, Indicadores de Sustentabilidade
e Desempenho Urbanístico
§
Novos
Instrumentos de Gestão Urbana Ambiental
§
O Desenho
Ambiental como disciplina integradora entre Urbanismo, Geografia, Ecologia e
Engenharia Urbana
§
Estatuto
da Cidade, Zoneamento Ambiental, EIA e EIV como instrumentos inovadores
§
Novos
conceitos e princípios de Planos Diretores Urbano-Ambientais
§
Os Atlas
Ambientais Urbanos como processo inovadores de monitoramento e gestão de
planejamento
§
Planejamento
Estratégico e Zoneamento Econômico-Ecológico
Projeto
Urbano Sustentável, Instrumentos Urbanísticos e Análise Espacial de
Desempenho como Sistema de Suporte a Decisões e Gestão do Planejamento
§
Teoria
Normativa da Forma Urbana e Dimensões de Desempenho: quadro referencial
introdutório - a escola inglesa e
norte-americana
§
Indicadores
de Performance como IQU-Indicadores de Qualidade e Sustentabilidade Urbana
§
Novos
Instrumentos de Política Urbana, Planejamento por Desempenho, Desenho Urbano e
Análise Espacial: modelo teórico-conceitual
§
Projeto
Urbano Sustentável e novos Instrumentos Urbanísticos : modelo
SIDADE-Sistema de Instrumentos e Indicadores de Desempenho
e Sustentabilidade Espacial e Ambiental
BIBLIOGRAFIA:
BEER,
A. R. Environmental planning for site development – 3rd. ed.
London and New York, E & FN SPON, 1998.
FALCOSKI, Luiz A N. Estatuto da
Cidade e do Urbanismo: Espaço e Processo Social. In Estatuto da Cidade-Política
Urbana e Cidadania. Org. Roberto Braga e Pompeu Figueiredo de Carvalho. Editora
UNESP-IGCE, 2000.
FALCOSKI, Luiz A.N. Dimensões Morfológicas de Desempenho: Instrumentos Urbanísticos de Planejamento e Desenho Urbano. Tese de Doutorado - FAUUSP- Agosto de 1997 - 370p.
FALCOSKI,
Luiz A N. Dimensões Morfológicas de Desempenho: Instrumentos Urbanísticos
de Planejamento e Desenho Urbano. NUTAU98
FALCOSKI, L.; A N. e BRUNA, G. C. Sustentabilidade, Plano Estratégico e Indicadores de Desempenho: novos paradigmas. ENTAC2000.
MENEGAT, R. e outros. Atlas ambiental de Porto Alegre. UFRGS/PMA/INPE , Porto Alegre, 1999.
Carga
Horária = 36 h
Prof. Dr.
Reinaldo Lorandi
EMENTA:
·
Introdução à Geologia de Engenharia;
·
Propriedades Geotécnicas em Geologia de Engenharia;
·
Cartografia Geológico-Geotécnica;
- Cartas Geotécnicas Preventivas
-
Cartas de Risco
-
Cartas de Suscetibilidades
-
Cartas de Atributos.
·
Geotenia Ambiental:
-
Impactos Ambientais
-
Análise dos Riscos Geológicos: naturais e/ou antrópicos;
-
Recuperação e/ou reabilitação de áreas degradadas (mineração, erosão)
·
Aspectos da Legislação Específica
·
Estudos de Caso.
BIBLIOGRAFIA:
ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE GEOLOGIA DE ENGENHARIA. Geologia de Engenharia. IPT/ABGE,
587p., 1998.
BAUER,
A.M. Mineração planejada e reabilitação de áreas. In: SEMINÁRIO
INTERNACIONAL SOBRE MINERAÇÃO EM ÁREAS URBANAS, São Paulo, p.31-35. Anais...
São Paulo: DNPM/PRÓ-MINÉRIO, 1989.
BLYTH,
F.G.H. & FREITAS,M.H. A Geology for Engineers. Edward Arnold (Publishers)
Ltd. Seventh Edition. 325p. 1984.
CARCEDO,
F.J.A. et al. Manual de restauración de terrenos y evaluación de impactos
ambientales en minería. ITGE, Madrid. 321p. 1989.
DOWN,C.G.
& STOCKS, J. Environmental impact of mining. John Wiley & Sons,
New York. 371p. 1977.
FORNASARI
FILHO, N. et al. Alterações no meio físico decorrentes de obras de
engenharia. São Paulo: IPT, 162p. 1992. (Boletim 61, Publicação 1972).
MACIEL
FILHO, C.L. Introdução à Geologia de Engenharia. CPRM/Ed. da
Universidade Federal de Santa Maria, 293p., 1994.
MESA
REDONDA. Solos do Interior de São Paulo. José Carlos A. Cintra &
José Henrique Albiero (Editores). ABMS-USP/São Carlos. 399p., 1993.
LEGGET,
R.F. Handbook of Geology in Civil Engineering. McGraw-Hill, Inc. 1997.
ZUQUETTE,
L.V. Importância do mapeamento geotécnico no uso e ocupação do meio físico:fundamentos
e guia para elaboração. São
Carlos. USP-São Carlos, 2v. 1993 (Tese de Livre Docência).
DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL
Carga
Horária = 12 h
EMENTA:
- Evolução histórica do conceito de Desenvolvimento Sustentável.
-
Conceitos de sustentabilidade e suas dimensões.
-
Paradoxos e contradições da sustentabilidade ambiental.
-
Avaliações de sustentabilidade
BIBLIOGRAFIA:
BURSZTYN,
M. (org.) Para
Pensar o Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Brasiliense, 1994.
CNUMAD
(CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO) Agenda 21. Brasília: Senado Federal / SSET , 1996.
SACHS,
I. Ecodesenvolvimento:
crescer sem destruir São
Paulo: Vértice, 1986
SILVA,
R S; TEIXEIRA, B A N; SILVA, S R M e FIGUEIREDO, G A G B. Urbanismo
e Saneamento Urbano Sustentáveis: desenvolvimento de métodos para avaliação
de projetos. Vol. 2 (Revisão Bibliográfica) e Vol. 5 (Método de Avaliação
Definitivo). São Carlos: UFSCar / CEF, 1999.
WCED
(WORLD COMMISSION ON ENVIRONMENT AND DEVELOPMENT) Our Common Future. Oxford:
Oxf. Univ Press, 1987
SISTEMAS
DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS APLICADOS AO PLANEJAMENTO E GESTÃO AMBIENTAL
Carga horária = 36 h
Prof. Dr. Sérgio Antonio
Rohm
EMENTA:
- Introdução
- Definições
- Aplicações de SIGs em
estudos ambientais
- Formas de representação
- CAD versus SIG
- Dados e informações
- Práticas com o programa
SPRING
- Georreferenciamento de
componentes e dados ambientais
- Análises espaciais
BIBLIOGRAFIA:
ANTENUCCI,
J. C.; BROWN, K; CROSWELL, P. L.; KEVANY, M. J. & ARCHER, H. Geographic
information systems - a guide to the technology. Chapman & Hall. New
York, 1991.
CALIJURI,
M. L. & RÖHM, S. A. Sistemas de Informações Geográficas. Imp.
Univ., Univ. Federal de Viçosa, Viçosa, 1995.
CALIJURI,
M. L. Sistemas de Informações Geográficas II. Imp. Unive., Univ. Federal
de Viçosa, Viçosa. 40p. 1995.
CÂMARA,
G.; CASANOVA, M. A.;
HEMERLY, A. S.; MAGALHÃES, G. C. & MEDEIROS, C. M. B. Anatomia de
sistemas de informação geográfica. UNICAMP:
Campinas, 1996.
HUXHOLD, E. W. An Introduction to Urban Geographic
Information Systems. Oxford Univ. Press. N. Y., Oxford, 1991.
HUXHOLD, W. E. & LEVINSOHN, A. G. Managing
Geographic information system projects. Oxford University Press. New York,
1995.
MARTIN, D. Geographic information systems -
socioeconomic applications. Routledge: London, 1991.
QUANDT, C. Gis como base do processo de
planejamento: sistema de monitorização do crescimento urbano
e infra estrutura de Los Angeles. In: Anais do GIS BRASIL
96, Curitiba - PR, pp. 177-182, 1996.
RODRIGUES,
M. Constatações sobre projetos SIG. In: IV Simpósio Brasileiro de
Geoprocessamento. São Paulo.
EMENTA:
-
Conceitos básicos e objetivos da gestão de recursos hídricos
-
Principais experiências de gestão de recursos hídricos no Brasil e no mundo.
-
A Política Nacional de Recursos Hídricos e a gestão por Bacias Hidrográficas
-
Comitês e Agências de Bacia : características e funcionamento.
BIBLIOGRAFIA:
BRASIL.
Lei Federal 9433: Política
Nacional de Recursos Hídricos, 1997.
MOTA,
S. Preservação e Conservação de
Recursos Hídricos. Rio de Janeiro: ABES, 1995.
TEIXEIRA,
B. A. N. Universidade
e Sociedade na Gestão dos Recursos Hídricos In: FREITAS, M I C e LOMBARDO,
M A Universidade e Comunidade na
Gestão do Meio Ambiente. Rio Claro:UNESP, 2000.
Prof.
MSc Carlos Alberto F. Rino
EMENTA:
- Introdução. O problema da poluição do ar
- Principais poluentes atmosféricos. Efeitos dos poluentes/poluição do ar no ambiente e na saúde humana.
- Monitoramento da qualidade do ar. Índices de
qualidade do ar
- Identificação e caracterização de fontes de
poluição do ar. Determinação do potencial poluidor ou carga de poluentes
atmosféricos
- Critérios de localização de fontes de poluição
do ar
- Redução/minimização de poluentes/poluição do
ar
- Equipamentos de controle da poluição do ar
BIBLIOGRAFIA:
CETESB.
Legislação estadual e federal sobre meio ambiente. São Paulo,
Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, 1998.
CETESB.
Relatório de qualidade do ar do Estado de São Paulo. São Paulo,
Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, 1997.
CETESB.
Compilação dos fatores de emissão de poluição do ar. São Paulo,
DCPAR/CETESB, 1980.
DERÍSIO, J. C. Introdução ao controle da poluição ambiental. São Paulo, Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, 1992.
MOTA,
S. Urbanização e meio ambiente. Rio
de Janeiro, ABES, 1998.
MOTA,
S. Introdução à engenharia ambiental. Rio de Janeiro, ABES, 1999.
NEFUSSI,
N. et alii. Engenharia
de ventilação industrial.
São Paulo, Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, 1979.
WHO.
Rapid assessment of sources of air, water and soil pollution. Geneve,
World Health Organisation, 1982.