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EMISSÕES ATMOSFÉRICAS DE UM FORNO DE VIDRO
PLANO SODOCÁLCICO - Marcos Henrique Gibim
A indústria vidreira progrediu bastante nos últimos
anos, para reduzir a poluição de suas fábricas e
trabalha proativamente para se adaptar às novas
regulamentações de proteção ambiental. A contribuição
da indústria vidreira para o meio ambiente virá não
somente com a melhoria de seus processos, como também
através de seus produtos e aplicações. Do ponto de
vista ambiental, a indústria vidreira tem um baixo
potencial de poluição das águas e do solo e as emissões
atmosféricas é o principal problema, sendo os fornos
aquecidos por combustível fóssil sua principal fonte.
Os fornos vidreiros se diferenciam de outros tipos de
instalações de combustão por duas características
principais. A primeira delas é que a fusão das matérias-primas
gera gases que com somados aos produtos gerados pela
combustão constituem as fumaças emitidas pelos fornos
vidreiros. A outra razão é que para chegar a
resultados desejados, é necessário atingir
temperaturas elevadas, que favorecem a formação de NOx.
Este trabalho tem por objetivo, primeiramente mostrar as
melhores técnicas disponíveis que este segmento
industrial dispõe para o controle da emissão atmosférica
de poluentes e secundariamente as ações implantadas
por uma fábrica de vidro plano para diminuição de
suas emissões atmosféricas. A primeira parte do
trabalho será feita através de uma revisão bibliográfica
sobre o assunto e a segunda parte utilizará o histórico
das ações implantadas no Forno 1 da CEBRACE –
Unidade Jacareí, bem como os resultados das medidas das
emissões atmosféricas realizadas para monitoramento da
CETESB, no período de
1998 a
2007. |